" /--> Como Funciona um Elevador | Todos os Elevadores do Mundo

elevador funciona com um esquema de polia e contrapesos, controlado eletronicamente nas versões atuais. Grosso modo, sua mecânica não mudou muito desde que foi inventado, em 236 a.C., pelo matemático e engenheiro Arquimedes.

Ao longo destes 2 mil anos de história, houve algumas variações (como a “cadeira voadora” que o rei Luís 15 da França tinha em seu palácio para chegar ao quarto de sua amante). Mas o elevador moderno só apareceu em 1853 a maior modificação foi o sistema de segurança criado em 1852 pelo norte-americano Elisha Otis, cujo princípio ainda é utilizado atualmente.

Naquele ano, na feira mundial de Nova York, Otis demonstrou não só as facilidades de sua invenção como também a segurança, exibindo várias vezes a eficiência dos freios de emergência de um jeito radical: ele cortava os cabos com um machado quando estava a vários metros do solo. O mais louco é que ele próprio era a cobaia das demonstrações! A criação de Otis foi considerada um sucesso e os resultados apareceram rapidamente. Em 1889, os elevadores de sua fábrica transportaram todo o aço utilizado na construção dos 300 metros da Torre Eiffel, em Paris. Desde então, o mundo não parou mais de subir – e descer.

As principais peças que garantem sua viagem vertical

É ele quem manda

O “cérebro” da máquina é chamado quadro de comando. Entre outras funções, ele calcula o peso máximo suportado pelo cômodo, diminui a velocidade na proximidade do andar selecionado e controla as portas automáticas. As versões mais modernas traçam a rota mais lógica a ser seguida – antes, o elevador sempre subia até o topo e descia até a base.

Unidos, subiremos

Feitos de aço, os cabos de tração conectam a cabine ao contrapeso, passando por uma polia que evita o desgaste do material. Geralmente, são entre seis e oito cabos, mas pode haver mais, dependendo da máquina. Não se preocupe: caso um deles se rompa, ainda assim os outros conseguirão suportar o peso.

Equilíbrio de forças

De chapas de metal ou concreto, o contrapeso auxilia a cabine a se mover, usando a mesma lógica de uma gangorra. Ele pesa de 40% a 50% do peso da cabine lotada. A ideia é que, quando há uma carga típica (cerca de 45% da capacidade total), o sistema fica equilibrado e pouca energia é usada para a locomoção.

Em cima, embaixo, puxa e vai!

Um motor faz a polia girar, movimentando os cabos de tração e, por consequência, elevando ou baixando a cabine. Isso pode acontecer com ou sem a ajuda de engrenagens, hoje pouco usadas. Normalmente, está acomodado em uma casa de máquinas, no topo do fosso do elevador. Mas já há versões sem esse ambiente: o motor, compacto, fica sobre o contrapeso.

Segura, peão!

Sabe a marca Otis? Vem de Elisha Otis, o norte-americano que criou um sistema de segurança revolucionário. Na hipótese remota de todos os cabos se partirem, a polia começa a girar mais rápido. Esse aumento de velocidade ativa um regulador, que trava a polia. E essa trava, por sua vez, aciona um conjunto de travas na cabine que se prendem a trilhos dentados nas laterais do poço.

Controle de fluxo

Um motor independente, menor, aciona as portas automáticas. Elas só abrem se o elevador estiver alinhado com o andar. E só depois que elas se fecham a cabine consegue se mover. As portas mais modernas são acionadas pelo quadro de comando, mas têm sensores de movimento para evitar acidentes na entrada ou saída de passageiros

Último recurso

Se o sistema de freio também falhar (haja azar!), nem tudo está perdido. No fundo do poço, há um sistema de para-choques, com molas ou cilindros hidráulicos que impedem a cabine de tocar o solo. O amortecimento é brusco e só entra em ação em casos de emergência ou quando o excesso de peso torna o motor inoperante¿ O elevador automático surgiu na década de 1930, por causa de uma greve de ascensoristas.

 

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